segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Comida de Buteco vai bem com Vinho?


E vai chegando a hora dos Happy Hour mais intensos. A chegada das temperaturas mais altas nos anima sair mais, fazer um pit stop num buteco depois do trabalho é sempre um programa que vem à cabeça. Muitas vezes é o programa da noite. Nessa hora o mais comum é pensar na cervejinha bem gelada, mas e se naquele fim de tarde a vontade é beber um vinho? 

Só por uma questão de resistência não se deve fazer essa combinação. Os fermentados, vinho e cerveja são realmente primos, um é mais leve e comumente servido mais gelado, mas em si eles podem cumprir um papel semelhante, e o mais importante ser o liquido da boa conversa.

Fiquei pensando no mais usual, naquilo que quase sempre pedimos quando estamos num botequim e o que seria (de modo geral) o vinho ideal.

O carpaccio, aquelas fatias fininhas de carne ou em alguns lugares peixe. Esse é o mais tranquilo, a carne, o molho e o queijo são agradáveis a um vinho tinto, com pouca passagem em madeira ou nenhuma, vinho fáceis de encontrar como um malbec (Argentina) ou carménère (Chile). Se a escolha for pelo de peixe, no caso do salmão os tintos acima ainda vão bem, se for de peixe branco, um sauvignon blanc (Chile) ou um espumante brut (seco) nacional.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Um Mundo de Curiosidades - Personalidades

Os fatos mais curiosos do vinho são movidos por descobertas ao acaso ou pela avassaladora paixão de homens e mulheres por termos um produto sempre mais sensacional. 
Ao longo da história tivemos muitos casos onde as pessoas interferiam diretamente (muitos já destacados nos artigos passados) e outros que por pura obra do “destino” como, tudo indica a própria descoberta do vinho.

Desde a era da escrita podemos supor que o vinho sempre foi uma bebida ligada a religião, prova disso que sempre mereceu destaques nos livros sagrados das mais populares crenças, bem como acompanhou as obras dos grandes pensadores e escritores.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Por que não nos rendemos de uma vez?

Não são as formas, a textura, a voz, a sensibilidade...
Elas invadem nossas mentes e sonhos de uma forma...pedindo licença ou não.
Não há mais espaço, não há como negar...
se saíram de nossas costelas, Deus retirou a melhor, a mais bela...
mas, ainda acredito que Deus teve uma ideia melhor...

Inspirado pelo seio esquerdo de Kate Moss e sua taça de Champagne, na matéria da Revista Adega (confira)!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Um Mundo de Curiosidades II

Voltamos ao mundo das curiosidades.

Naquela semana fiquei de contar como surgiram os espumantes no Brasil e apesar de termos o grande enólogo Philippe Mével, da casa Chandon do Brasil, nos anos 80 do século passado, o inicio se deu mesmo nos idos dos anos 10 do mesmo século, quando um imigrante italiano chamado Manuel produz o primeiro espumante por aqui, anos mais tarde ele fundaria a praticamente centenária vinícola que leva seu sobrenome: Peterlongo.
Manuel seguia à risca o método de Don Perignon, o método clássico ou champegnoise, com a segunda fermentação na garrafa, no entanto na sua Itália anos antes Federico Martinotti, criava o método italiano que promovia a segunda fermentação em tanques ( o mesmo usado na produção e proseccos até hoje). O curioso é que esse método é chamado de charmat, por que o francês Eugène Charmat, fez o que Matinotti deixou de lado: patentear o método.